Despertar 4.0
Indústria avançada é discutida em Caçador
O objetivo do evento foi sensibilizar as pessoas para a nova onda da indústria
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Comunicação Fiesc  |  24/11/2016 12:02

O SENAI/SC, entidade da FIESC, iniciou nesta terça-feira (22) em Caçador, mais uma edição do Despertar 4.0, evento que tem o propósito de sensibilizar empresários e trabalhadores catarinenses para a nova onda da Revolução Industrial, que ganha denominações como indústria 4.0, internet industrial, indústria avançada ou manufatura avançada. 

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Totalmente gratuita, a palestra interativa Entendendo a Indústria Avançada, abordou os desafios e oportunidades da nova realidade. A palestra foi ministrada pelo diretor regional do SENAI/SC, Jefferson de Oliveira Gomes, um dos principais experts brasileiros sobre o tema. Cerca de 100 pessoas, entre empresários, gestores, profissionais de RH, técnicos e comunidade prestigiaram o evento. 

Nesta quarta-feira o evento teve sequência com cursos especiais direcionados a adolescentes, mulheres e profissionais a partir de 40 anos. 

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No período da tarde no SENAI, alunos de escolas públicas de Caçador participaram das turmas do Teen + Tech onde aprenderam sobre os princípios de automação e eletrônica. Também foi realizada a capacitação para as mulheres com o cursoTecnologia e o empoderamento feminino que abordou as ferramentas em nuvem do Google Apps. 

No período noturno foi realizada a capacitação será para pessoas com 40 anos ou mais, com introdução sobre automação (dispositivos eletrônicos e robótica). Todos esses cursos foram práticos. 

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A dona de casa Rosi Salete de Oliveira, 55 anos integrante da associação das Artesãs de Caçador participou do curso para tentar compreender este novo mundo da tecnologia e despertar para novas possibilidades. “Foi muito bom participar para saber como planejar, como vender, como se comunicar com os clientes e com as pessoas através destas ferramentas que a tecnologia nos oferece. Eu pensava que já tinha passado da idade de aprender tudo isso, mas não é verdade. Neste curso vi que não é tão difícil aprender a lidar com as ferramentas digitais”, comenta Rosi, afirmando que já vai colocar em prática tudo que aprendeu. “É bom pra gente”. 

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Hiperconectividade

Em uma conversa com a imprensa, o diretor do SENAI explicou que esse fenômeno “tem por base a hiperconectividade, a inteligência artificial, o elevado grau de digitalização e de sensoriamento, o avanço do big data, entre outros, cuja associação permitirá customização em massa de produtos, mudança na forma e padrão de consumo e possibilidade de produção em casa”. 

Segundo ele o principal fator de estímulo ao seu desenvolvimento é a redução dos custos de processamento, armazenamento e transmissão de dados. Até 2020, mais de 50 bilhões de objetos – ou sete vezes a população mundial – estarão interconectados, promovendo negócios estimados em 32 trilhões de dólares. Mais relevante do que o volume de recursos movimentados, entretanto, é que a hiperconectividade está modificando a sociedade e a economia, permitindo rapidez e eficiência na tomada de decisões. 

O vice-presidente Regional da FIESC, Gilberto Seleme destacou que a indústria brasileira ainda está se familiarizando com a digitalização e com os impactos que ela pode ter sobre a competitividade. “Mas está na hora de entender este fenômeno e iniciar sua efetiva implantação. Em outros países onde a indústria 4.0 está mais avançada, ela já propiciou o aumento da produtividade e a redução de custos de manutenção de equipamentos, do consumo de energia, e o aumento da eficiência do trabalho. A FIESC, através do SENAI está aqui para auxiliar neste processo, com educação profissional, consultorias e serviços de inovação”, ressaltou. 

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