Acordo

MST se compromete a deixar área em Calmon

Acordo para desocupação pacífica foi obtido pela Justiça Agrária com audiências

A Justiça Agrária homologou acordo que possibilitará a reintegração de posse pacífica de duas áreas que somam cerca de 11,5 hectares de fazendas nos Municípios de Calmon e São Cristóvão do Sul, ocupadas por aproximadamente de 1,1 mil pessoas integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST).

O acordo para a saída dos acampados em São Cristóvão do Sul foi definido em audiência de conciliação em ação de reintegração de posse, realizada no dia 7 de novembro, na Sala de Audiências da 1ª Vara Cível Comarca de Curitibanos. O acordo entabulado prevê a saída de cerca de 300 pessoas da área de 3 hectares até 19 de fevereiro de 2018.

Já o acordo para a saída dos acampados em Calmon foi firmado em audiência realizada no dia 8 de novembro, na Sala de Audiências da 2ª Vara Cível Comarca de Caçador. O prazo para a saída dos cerca de 800 integrantes do MST do local foi fixado para 30 de abril de 2018.

Ambas as audiências contaram com a participação do Promotor de Justiça Eraldo Antunes, com atribuição para atuar na Justiça Agrária, do Oficial de Ligação da Justiça Agrária com os movimentos sociais, Major Sadiomar Antonio Dezordi, e foram presididas pelo Juiz Agrário Juliano Serpa, que homologou as composições.

Com o acordo, os integrantes do MST se comprometeram a não construir qualquer estrutura ou plantar e cultivar novas lavouras. Também deverão preservar as águas, as estruturas e lavouras existentes e a integridade dos animais, além de não ampliar a ocupação, seja no número de pessoas ou na área delimitada.

Para o promotor de Justiça Eraldo Antunes, os acordos foram benéficos a todos os interessados porque evitaram a necessidade de uma desocupação forçada, cujas consequências são imprevisíveis e geralmente negativas.

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Comentários (3)

para vc

14/11/2017 15:58

VAGABUNDO É VC.... VAMOS OCUPAR O TEU LOTE... SE VC TEM UM PARA SER OCUPADO

Caçadorense

14/11/2017 10:44

Meeeeeeee..... O MST tá errando feio nas contas... 1.100 famílias em uma área de 115.000 m² (11,5 ha)= 104 m² por família. Isso é menos da metade do limite mínimo de um lote urbano em Caçador. Fica claro que a intenção não é usar a terra para produção de alimentos. Ou pelo menos essa não é a intenção de 1098 dessas "famílias".

bando de vagabundo

14/11/2017 09:07

Vagabundaiada

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