Política

Cobalchini critica desativações em áreas como a Saúde

O deputado pede que o governo revise a desativação da Regional de Saúde de Videira

O deputado Valdir Cobalchini (MDB) entrou com duas indicações, na útlima quarta-feira (13), na Assembleia Legislativa, solicitando ao governo do Estado a revisão do decreto estadual que visa a desativação da Regional de Saúde de São Lourenço do Oeste e Videira, em especial o que diz respeito à repercussão desse ato no encerramento das atividades da Gerência Regional de Saúde.

Segundo o deputado, durante as eleições apoiou o atual governador por acreditar em uma mudança, mas jamais como a que está ocorrendo no Estado. "É preciso que essa reforma seja revista e discutida com a sociedade, e a Assembleia Legislativa é formada por pessoas legitimamente eleita pela população para debater esse assunto que dizem respeito diretamente aos catarinenses", destacou.

Na terça-feira (12) o deputado também fez menção à pretensa reforma administrativa do governo de Carlos Moisés. Em seu discurso, no plenário, o deputado relatou que o governador foi taxativo quando disse que chamaria as bancadas estaduais, e os deputados seriam ouvidos quanto às mudanças que pretende fazer no governo. Cobalchini questionou o que está acontecendo, pois as mudanças em setores importantes estão acontecendo e os deputados ficam sabendo no dia seguinte pelo diário oficial.

“O governador garantiu que os deputados seriam ouvidos quanto às alterações no interior de Santa Catarina. O que está acontecendo, essa comunicação é pelo diário oficial, e tomamos conhecimento no dia seguinte quando as lideranças da região nos questionam”, enfatizou Cobalchini.

De acordo com o deputado, as compactações das regionais da Saúde, Celesc, Epagri, Cidasc, estão ocorrendo através de decreto no diário oficial, causando um desconforto para a população que tinha o atendimento próximo de casa, e agora terá que aguardar atendimento, pela distância das regionais. “É preciso que sejam revistos essas ações, pois ter uma regional da Celesc com mais de 300 quilômetros de distância fica inviável. Estou fazendo essas indagações, pois somos cobrados pela população e precisamos dar uma resposta”.



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