Mundo Novo
O que os políticos realmente querem?
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Atualizado em  |  16/03/2015 14:33
Perfil
Júlio César Moschetta da Silva
julionatural@yahoo.com.br

Graduado em Engenharia Ambiental, especialista em Educação Ambiental e Gestão de Recursos Hídricos. Atuante em Conselhos Municipais em Caçador, Comitê da Bacia do Rio do Peixe e OnG Gato do Mato. Na coluna Mundo Novo Júlio escreve sobre assuntos ambientais, relacionando o tema com o desenvolvimento humano. Também aborda assuntos de caráter filosófico, abrindo discussão sobre a consciência humana.

PODER, e nada, além disto! Este discurso, muito usual, de representar o povo e defender seus reais interesses e necessidades é papo furado para ganhar voto!

Vamos filosofar um pouco sobre isso. Por exemplo, em uma universidade, o auxiliar de ensino quer ser professor assistente; o professor assistente quer ser professor titular; o professor titular quer ser reitor; há uma constante luta pelo poder.  Pelo menos se pensaria que não deveria ser assim em educação, mas ninguém está interessado na educação e sim só no poder.

Na política é a mesma coisa. A necessidade é de se provar sua influencia e superioridade. O político em grande parte, sente-se  uma pessoa inferior. E devido a esta principal característica e é claro ao seu EGO latente, teste tem uma grande necessidade de provar sua “superioridade” frente aos demais. Não se pode descer, pois as pessoas irão zombar dele: você foi derrotado? Não conseguiu se eleger? O que aconteceu? Então há necessidade de continuar subindo em sua jornada ambiciosa, para atingir o degrau mais alto da escada.

O que isso importa? Preocupa-se permanentemente em se manter no poder e esquece o motivo que deveria basear sua estada como líder, “a representação do seu povo” e não a sua própria.

Qualquer um que se torne presidente, governador ou prefeito, tem como sua única prece, no fundo, que seu nome seja registrado na história, e se possível que morra no poder, pois este se sentiria humilhado em um dia retornar a ser uma pessoa comum, um simples cidadão. Isso demostra a base do ego que envolve estas pessoas.
A inteligência não pode ser desperdiçada lutando com uma política de terceira classe, uma política feia e suja. Uma pessoa inteligente não vai ser distraída por um deserto que não conduz a parte nenhuma, nem sequer a um oásis. Se queremos uma verdadeira humanidade no mundo, devemos reformular nosso sistema político. Primeiramente, penso que nossos representantes não deveriam receber salários exorbitantes como ocorre, no máximo uma ajuda de custo. Estes estão lá para representar o povo e ajuda-los. Então quem tem no coração a real vontade de colaborar com o próximo, não terá necessidade de receber tantas glorias!

Um grande abraço amigo leitor e pense nisso.


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