Termômetro do Varejo
Seis compêtencias de quem é promovido em plena crise
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Atualizado em  |  22/08/2016 15:57
Perfil
Leila Longo Romão
leilaromao@conection.com.br

Graduada em Administração, com pós-graduação em Marketing e Vendas. Iniciou sua vida profissional como bancária do antigo Bamerindus, também atuou como professora e desde 1991 é empresária do ramo de confecções, na área industrial e lojista. Foi presidente da CDL Caçador durante quatro anos e atualmente é presidente distrital da FCDL/SC. A coluna Termômetro do Varejo traz análises de pesquisas do setor, além de orientação para os empresários lojistas, comerciantes e comerciários em geral.

Num momento em que tantas empresas cortam investimentos e promovem demissões em massa, sonhar com uma promoção parece loucura. Mas não é.  Hoje, com a escassez de recursos, a distribuição de promoções ocorre de forma mais criteriosa. Mais do que nunca o executivo está sendo testado, e precisa realmente se provar para subir hierarquicamente.

Embora mais raras e disputadas, as promoções seguem acontecendo para profissionais que revelam certas competências técnicas e comportamentais. Veja a seguir algumas delas:

1. É flexível

Enquanto alguns não aceitam fazer nada além das tarefas que ‘são pagos para fazer’, outros estão dispostos a incorporar novas atribuições sem se queixar.

2. Dá resultados mensuráveis

Quem é improdutivo não corre apenas o risco de não ser promovido: sua própria permanência no emprego está sob ameaça. Mais do que nunca, as empresas buscam e recompensam profissionais com alto rendimento. As promoções têm sido cada vez menos políticas, como no passado, e cada vez mais técnicas ou científicas, com base em números que comprovam a produtividade de cada um.

3. É capaz de ser líder mesmo sem ser chefe

Quem pretende galgar posições hierárquicas deve mostrar potencial para gestão. Em outras palavras, mostrar-se capaz de ensinar, inspirar e unir os demais, mesmo sem ocupar formalmente um cargo de chefia. Para liderar, é importante saber se comunicar de forma clara e didática, além de esbanjar inteligência emocional.

4. Não se deixa contaminar pela melancolia coletiva

A boa gestão das emoções não serve apenas para se posicionar como um líder natural da equipe: ela também é fundamental para manter o seu discurso positivo em meio ao desânimo geral causado pela crise. Espalhar negativismo entre os colegas, maldizer o chefe ou alimentar fofocas são atitudes que eliminam qualquer chance de crescimento na empresa. Quem tem potencial para ser promovido faz o contrário: tem um discurso otimista, resiliente e com foco no trabalho.

5. Investe em habilidades técnicas

Embora apostar numa pós-graduação ainda seja importante, garantir a qualidade das suas tarefas operacionais se tornou decisivo na crise. As empresas precisam mais do que nunca de profissionais com excelência técnica. É fundamental exibir competências úteis para o dia a dia, como o domínio efetivo do inglês e das novas tecnologias.

6. Permanece curioso

O fantasma da demissão e o excesso de trabalho, duas consequências inevitáveis da crise, jogam contra o interesse e a disponibilidade de muita gente. Quem consegue fugir a essa regra se dá bem. Chama a atenção quem continua curioso para aprender e se mostra entusiasmado em discutir novos projetos.

Fonte: Portal Gouvêa de Souza


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